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Mostrando postagens de outubro, 2020

Sobre o dia Nacional do Deficiente Físico. Avanços e atrasos, o equilíbrio de um pêndulo prejudicial a Democracia.

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Sobre a deficiência física, este assunto não advém de ontem. Advém de séculos, sendo mais específico à antiguidade. É possível ver relatos na Bíblia e em literaturas da época. Sabe-se que, em Esparta, crianças portadoras de deficiências físicas ou mentais eram consideradas subumanas, o que legitimava sua eliminação ou abandono. Já a bíblia traz referências ao cego, ao manco e ao leproso. No ponto de vista da história, há relatos de ingerência contributiva da Deficiência física na Reforma Protestante e na Revolução Burguesa. Há de se ressaltar que foi a partir da doutrina cristã que as pessoas deficientes não podiam ser mais exterminadas, já que eram vistas como criaturas de Deus. Atualmente, podemos dizer que de lá para cá muitas coisas mudaram de forma positiva. Em especial no campo da ciência. Todavia, a deficiência é vista como uma condição estigmatizante a qual se refere a uma série de condições que limitam biológica, psicológica ou socialmente a vida de uma pesso...

Eleições e a ascendência do eleitor cético.

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Sobre o elevado índice de rejeição dos cariocas às eleições Municipais, nítido em pesquisas, resta aclarado que estamos refém dos currais eleitorais, dos eleitores corruptíveis, dos profissionais da "política" e dos pastores charlatões. Sim, esse será uma inconteste realidade que ajudará e muito algum "figurão" a se eleger.  Lamentavelmente, o ceticismo do cidadão consciente quanto ao nosso cenário político, faz-me lembrar o Fundamento da Moral Autônoma de Kant o qual aduz que a autonomia da Vontade do ser humano é entre felicidade pessoal ou o agir pautado na moral.  E, na política, meu caro, a primazia sempre será o regozijo da felicidade pessoal do indivíduo e não da coletividade. No ensejo, cito um trecho do livro  "O Problema da Motivação Moral em Kant.": "Sendo o arbítrio livre, e se é ele quem determina a vontade, então ela pode vir a se tornar tanto boa quanto má. A escolha pelo motivo determinante da vontade é subjetiva, isto é, e...