Amor Vincit Omnia.
Em uma eleição belicosa cuja tônica foi o embuste odioso e ofensas de baixíssimo calão, o povo, cansado de tanto açoite verbais, negligência e arrogância, optou em dar voz ao amor. Isso é Democracia, a oportunidade de alternar poderes de acordo com a vontade popular. Poderes não se mudam por mera conveniência e se assim o fosse estaríamos diante de um regime de tirania.
Entretanto, felizmente regimes autoritários em nosso país é pretérito e uma mancha inapagavel da nossa história. Sob a égide da valiosíssima Democracia, o povo mostrou quem é quem manda, pois é tão somente o povo que tem o poder de ojerizar político que não atendeu às expectativas oportunamente depositadas. O Bolsonaro teve legítimos quatro anos pra mostrar "serviço" para essas pessoas que depositaram expectativas, porém optou em abusar da pedância exteriorizada em falas e comportamentos insensatos.
Bolsonaro poderia sair de cena com alguns louros, mas movente pela ignorância preferiu sair despejado pela porta dos fundos do palácio sem ter muito a dizer sobre o seu "frustrante" programa de governo que se resumiu perceptivelme em "armar a população", desprezar a ciência e dividir o país.
No fim, Prendeu-se ao "assistencialismo pecuniário" e a promessas econômicas quimericas, esquecendo-se de alertar a população sobre às consequências tributárias. Quiçá o grande erro do Bolsonaro foi a exacerbada preocupação em proteger aliados envolvidos em esquemas de corrupção a fim de passar uma imagem de uma exímia moralidade administrativa. Falsear a verdade por meio da ilusão. Mera utopia tiranista.
Por fim, política não é rudeza, não é se encostar em assuntos temáticos, não é afoiteza, não é falta de algencia. Ser político é ser o fidedigno representante do povo. Ser presidente é abraçar o povo. AMAR o seu povo com estrita responsabilidade e transladar este amor em esperança de dias melhores.
O amor venceu.
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